ACIDENTE COM BOEING DA CHINA EASTERN PRÓXIMO A GUANGXI, NA CHINA

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O acidente que envolveu o Boeing 737-800 de matrícula B-1791, da China Eastern, caiu na última segunda-feira (21), em uma região montanhosa próxima a Guangxi, na região sul do país. 

A aeronave partiu do aeroporto de Kunming (KMG), por volta das 16h25 com destino a Guangzhou (CAN), onde pousaria por volta das 18h55, tendo sua queda próximo às montanhas de Wuzhou. Os últimos contatos entre a aeronave e o centro de controle, foi quando a mesma sobrevoava a cidade de Wuzhou.

O Boeing que no momento sobrevoava a aproximadamente 8.870 metros, teve queda registrada para 2.766 metros de altitude em apenas 15 segundos e após 20 segundos a altitude seria apenas 900 metros. 

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O avião transportava 132 pessoas, entre passageiros e tripulação. No momento da queda, a colisão entre a aeronave com as montanhas de Guangxi provocou um incêndio. As equipes de resgate foram imediatamente para o local, porém até o último relatório veiculado pela Administração da Aviação Civil da China (CAAC), não foram encontrados sobreviventes. 

Em estado lastimável, a aeronave se desintegrou no momento da colisão com o solo, provocando um grande incêndio na vegetação local. A caixa preta que contém as conversas entre pilotos e torre de comando, foram resgatadas, porém com grandes danos. A expectativa é que o conteúdo da caixa possa esclarecer um pouco mais sobre os motivos da queda.

“Uma caixa-preta do voo da MU5735 da China Eastern Airlines foi encontrada em 23 de março, mas ela está muito danificada, e não sabemos ainda se se trata da caixa-preta que gravou as conversas entre o piloto e a torre de controle”, afirma Liu Lusong, porta-voz da CAAC.

O Boeing 737-800 estava em operação há seis anos. A China é reconhecida como, um dos países com a aviação mais segura ao redor do mundo. O último acidente aéreo que se tem conhecimento foi no ano de 2010 e resultou em aproximadamente 44 vítimas fatais. Após a queda, a China Eastern Airlines retirou, temporariamente, os Boeings do mesmo modelo, de circulação e aguarda as investigações do que pode ter ocasionado. 

MODELO BOEING 737-800

O modelo Boeing 7737-800, atualmente substituído pelo modelo 737 Max, envolvido no acidente é conhecido como o carro-chefe entre as frotas de várias companhias aéreas. O modelo é o mais conhecido dos jatos da Boeing, atualmente existem 4.502 aeronaves em serviço ao redor de todo mundo, tornando-se assim o mais comum em serviço.

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Somente nos Estados Unidos da América (EUA), atualmente se encontram 795 jatos em serviço. Ficando atrás apenas da China, com 1.177 aeronaves em operação. Acima dele, o único modelo mais usado em serviço atualmente, é o A320, fabricado pela empresa Airbus. 

MEDO DE VOAR

Muitas pessoas ao ouvir falar que os aviões são os meios de transporte mais seguros, podem duvidar. Afinal, sempre que são noticiados os acidentes que envolvem aeronaves, possuem um alto número de vítimas. 

Porém não é somente o número de vítimas que assusta as pessoas. O fato de desafiar as leis da natureza, carregando várias pessoas por longas distâncias, é algo que intriga muita gente ainda. 

Neste caso, os aviões possuem dois motores, que funcionam continuamente para sustentar a aeronave nas alturas. Caso um motor pare de funcionar, o outro motor continua trabalhando, com um pouco mais de força para compensar a falta, possibilitando que a aeronave não caia. 

As fases mais perigosas de um voo, por mais que não pareça, são as fases de decolagem e pouso da aeronave. Afinal, mais de 40% dos acidentes envolvendo vítimas nas aeronaves se dão nestes momentos. Tanto na parte de aceleração, até chegar na altura do cruzeiro. 

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